Vampiro Dimitre
Clã:
Descrição da personagem
Um filho das trevas... um milagre do destino... um acidente asqueroso...
Sempre me orgulhei de minha honra e fama. Desde pequeno, demonstrei aptidão para a arte da luta, e a coragem estava presente em cada coisa que fazia.
Cresci na Europa, e, ainda bem jovem, me tornei um guerreiro, já sabendo que meu futuro seria repleto de glórias. E talvez realmente fosse, se as forças das trevas não tivessem outros planos para mim.
Era uma tarde de outono, e eu estava mais ansioso do que o normal. Meus companheiros e eu estávamos à espreita, para caçar um grupo de vampiros famintos que estava atacando nossas casas, matando nossos homens e roubando nossas mulheres e crianças. Fizemos um ataque impiedoso no covil das feras, e parecia que haviamos conseguido aniquilar todos eles. Orgulhosos, tomamos as preciosidades que encontramos, e fomos embora para nosso vilarejo.
O sol já estava se pondo quando resolvi tomar outro caminho para voltar e pensar em tudo que estava acontecendo. Minhas responsabilidades estavam aumentando, e, cada vez mais, as criaturas da noite atacavam nossas casas. Eu queria descansar... largar essas preocupações por um instante, e talvez essa tenha sido a pior decisão de minha vida, ou quem sabe a melhor, de minha Não - Vida.
Eu estava atravessando um vale quando me deparei com uma singela cabana. Estava tão cansado, que resolvi passar a noite lá mesmo. Entrando pela porta que rangia, gritei algumas vezes para me certificar de que ninguém morava lá, e, como não obtive resposta, entrei: Era um ambiente agradável apesar da aparência velha. Sem pensar, abri a porta de um aposento, se é que aquele quarto mofado podia ser chamado assim, e me deparei com um grande pesadelo: uma criatura, que eu ainda não sei de onde surgiu, saltou em minha direção, e cravou seus dentes em meu pescoço. A dor era insuportável. No instante em que pude me mover novamente, não perdi tempo e cravei meu punhal em seu dorso, mas isso não pareceu fazer o menor efeito. Meu sangue já corria entre seus dentes, e aquela coisa parecia ter a força de mil homens. Me golpeou novamente, fazendo com que minha cabeça batesse contra a parede, e saiu pela porta, me deixando inconsciente por um longo tempo.
Quando acordei, me sentia muito mal, e não achei meu punhal. Procurei inutilmente a criatura, e resolvi voltar para meu vilarejo. Queria buscar ajuda para caçar o maldito vampiro. Mas algo estava errado comigo. Todo meu corpo formigava, eu estava gelado, e tinha a nítida impressão de estar com uma aparência horrível.
Era noite quando cheguei na pequena cidade, e bati na porta do velho curandeiro, em busca de alguma erva que pudesse me curar. Ninguém respondeu. Após algum tempo de espera, uma súbita fúria tomou conta de mim e arrombei a pesada porta de madeira. Não fazia idéia de onde tinha tirado força para tal ação, mas não me fixei nesse pensamento. Minha fúria se transformou em ira e eu já nã podia me controlar. E da ira veio a fome. Fome de sangue quando vi o velho curandeiro e sua família dormindo. Fome quando invadi as casas e ataquei todos.
E já não havia sobrado mais nada.
Dimitre Fortesque


welcome to hell...
TO MY PLANET HELL

Sempre me orgulhei de minha honra e fama. Desde pequeno, demonstrei aptidão para a arte da luta, e a coragem estava presente em cada coisa que fazia.
Cresci na Europa, e, ainda bem jovem, me tornei um guerreiro, já sabendo que meu futuro seria repleto de glórias. E talvez realmente fosse, se as forças das trevas não tivessem outros planos para mim.
Era uma tarde de outono, e eu estava mais ansioso do que o normal. Meus companheiros e eu estávamos à espreita, para caçar um grupo de vampiros famintos que estava atacando nossas casas, matando nossos homens e roubando nossas mulheres e crianças. Fizemos um ataque impiedoso no covil das feras, e parecia que haviamos conseguido aniquilar todos eles. Orgulhosos, tomamos as preciosidades que encontramos, e fomos embora para nosso vilarejo.
O sol já estava se pondo quando resolvi tomar outro caminho para voltar e pensar em tudo que estava acontecendo. Minhas responsabilidades estavam aumentando, e, cada vez mais, as criaturas da noite atacavam nossas casas. Eu queria descansar... largar essas preocupações por um instante, e talvez essa tenha sido a pior decisão de minha vida, ou quem sabe a melhor, de minha Não - Vida.
Eu estava atravessando um vale quando me deparei com uma singela cabana. Estava tão cansado, que resolvi passar a noite lá mesmo. Entrando pela porta que rangia, gritei algumas vezes para me certificar de que ninguém morava lá, e, como não obtive resposta, entrei: Era um ambiente agradável apesar da aparência velha. Sem pensar, abri a porta de um aposento, se é que aquele quarto mofado podia ser chamado assim, e me deparei com um grande pesadelo: uma criatura, que eu ainda não sei de onde surgiu, saltou em minha direção, e cravou seus dentes em meu pescoço. A dor era insuportável. No instante em que pude me mover novamente, não perdi tempo e cravei meu punhal em seu dorso, mas isso não pareceu fazer o menor efeito. Meu sangue já corria entre seus dentes, e aquela coisa parecia ter a força de mil homens. Me golpeou novamente, fazendo com que minha cabeça batesse contra a parede, e saiu pela porta, me deixando inconsciente por um longo tempo.
Quando acordei, me sentia muito mal, e não achei meu punhal. Procurei inutilmente a criatura, e resolvi voltar para meu vilarejo. Queria buscar ajuda para caçar o maldito vampiro. Mas algo estava errado comigo. Todo meu corpo formigava, eu estava gelado, e tinha a nítida impressão de estar com uma aparência horrível.
Era noite quando cheguei na pequena cidade, e bati na porta do velho curandeiro, em busca de alguma erva que pudesse me curar. Ninguém respondeu. Após algum tempo de espera, uma súbita fúria tomou conta de mim e arrombei a pesada porta de madeira. Não fazia idéia de onde tinha tirado força para tal ação, mas não me fixei nesse pensamento. Minha fúria se transformou em ira e eu já nã podia me controlar. E da ira veio a fome. Fome de sangue quando vi o velho curandeiro e sua família dormindo. Fome quando invadi as casas e ataquei todos.
E já não havia sobrado mais nada.
Dimitre Fortesque

welcome to hell...

TO MY PLANET HELL

Estatística
| Total das preciosidades: | 305.576,56 Litros de sangue |
| Vítimas mordidas (link): | 29 |
| Combates: | 1267 |
| Vencidos: | 878 |
| Derrotas: | 389 |
| Empates | 0 |
| Ouro ganho: | ~ 61.000,00 ![]() |
| Ouro perdido: | ~ 20.000,00 ![]() |
| Pontos certeiros aplicados: | 128965 |
| Pontos certeiros sofridos: | 139096 |
As propriedades de Dimitre:
| Nível da personagem: | Nível 41 |
| Força: | ![]() (90) |
| Defesa: | ![]() (85) |
| Agilidade: | ![]() (81) |
| Resistência: | ![]() (81) |
| Habilidade: | ![]() (58) |
| Experiência: | ![]() (8156|8405) |
As estatísticas da pagina ancestral Dimitre
| Desafios tentados: | 16 |
| Desafios bem sucedidos: | 7 |
| Desafios falhados: | 9 |
O guarda de Dimitre
| Género de guarda: | Cão de Caça Flamejante |
| Nome do guarda: | Cão de Caça Flamejante |
| Ataque: | ![]() (27) |
| Defesa: | ![]() (27) |
| Resistência: | ![]() (27) |
Dados do perfil
| Sexo: | masculino |
| Idade: | 15-20 Ano |
| Localidade: | SP |
| Número ICQ: | --- |
| MSN Messenger: | william_dguimaraes@hotmail.com |
| Yahoo Messenger: | --- |
| Nome AIM: | --- |
| Jabber ID | --- |
| Skype ID | --- |
Arena
Dimitre ainda não atingiu um ranking especial na arena.
Dimitre criou até agora 5 Vampiros:
| Likus | Nível 23 | Preciosidades 84845.32 Litros de sangue |
| Neo Lucifer | Nível 1 | Preciosidades 7.1 Litros de sangue |
| Elnor | Nível 1 | Preciosidades 0 Litros de sangue |
| Vanpiris | Nível 1 | Preciosidades 0 Litros de sangue |
| Arqueiro Verde | Nível 1 | Preciosidades 0 Litros de sangue |


(90)
(8156|8405)