Vampiro Mano Cabelo
Descrição da personagem
Casos e Narrativas
“Senão farei ressuscitar os mortos, para que tomem a vida dos vivos, e sobre os vivos multiplicar-se-ão estes mortos...”
A Descida de Ishtar aos Infernos
Arnold Paul era um heiduque, que morreu esmagado por um carro de feno. Trinta dias depois de sua morte, quatro pessoas morreram se repente, da mesma maneira como morrem, segundo a tradição daquele pais, os que são atormentados pelos vampiros.
As pessoas do lugar lembravam-se de que Arnold havia contado que tinha sido molestado por um vampiro na região de fronteira com a Sérvia-turca. Elas acreditavam que aqueles que tinham sido vampiros passivos em vida, tomavam-se vampiros ativos depois da morte. Isto significa que todos aqueles que tinham sido sugados, iriam por sua vez sugar.
Quarenta dias após sua morte, ele foi desenterrado e em seu cadáver encontravam-se todas as marcas de um arquivampiro. Seu corpo estava vermelho, os cabelos, as unhas e a barba haviam crescido e as meias estavam cheias de sangue fluido, que corria por todas as partes do corpo para o lençol em que se encontrava envolto.
O governador do local, que era um conhecedor de vampirismo e em presença do qual fora desenterrado o cadáver, mandou conforme o costume espetar no corarão do morto uma estaca afiada, atravessando o corpo de lado a lado. Isto foi de tal maneira que Arnold lançou um horrível grito como se ainda estivesse vivo. Depois lhe cortaram a cabeça e a queimaram. Fez-se a mesma coisa com os quatro cadáveres dos outros mortos suspeitos também de vampirismo.
Contudo, ao término de cinco anos, os mesmos acontecimentos funestos recomeçaram. Inúmeros habitantes da aldeia morreram de vampirismo, uns sem terem estado doentes e outros após meses de torpor.
Após muita pesquisa, descobriu-se que Arnold não havia sugado apenas o sangue daquelas quatro pessoas, mas também do gado. Aqueles que comeram a carne daquele gado foram contaminadas pelo vampirismo. Com base nisto, resolveram desenterrar todos os que haviam morrido desde então. De quarenta mortos, verificou-se que dezessete tinham sinais do vampirismo. Cortaram-lhes as cabeças e trespassaram-lhes o coração com uma estaca, queimando-os em seguida. As cinzas foram jogadas no rio.
“Não falta nada: autos, certificados de homens notáveis, de cirurgiões, de magistrados. A prova jurídica é a mais completa. Com tudo isto, quem acredita pois nos Vampiros?...”
Jean Jacques Rousseau, Carta ao Arcebispo de Paris
O imperador Canos VI ordenou, certa vez, ao príncipe Alexandre de Vutemberga, vice rei da Sérvia que se formasse uma comissão de homens notáveis para que se investigasse funestos acontecimentos que se desenrolavam numa aldeia próxima a Belgrado. Tais acontecimentos referiam-se a um já famoso vampiro que, estando morto há muitos anos, vinha nos últimos tempos realizando verdadeiras atrocidades junto a seus parentes.
A comissão liderada pelo próprio príncipe e integrada por pessoas das mais qualificadas, incluindo médicos, oficiais civis e militares e outros tantos, partiu de Belgrado e, ao chegar à aldeia, descobriu que no espaço dos últimos quinze dias, o vampiro em questão já tinha matado três sobrinhos e seu próprio irmão.
A comissão se reuniu com os deputados da aldeia e outros tantos populares, e numa sessão pública, relatou-se todos os fatos, incluindo depoimentos que falavam de luzes incandescentes avistadas junto ao túmulo do vampiro. Após ter-se ouvidos os relatos e apreciações de diversas pessoas ali presentes, resolveu exumar o corpo do suspeito vampiro.
Um grupo formado pela comissão, familiares do morto-vivo e outros, dirigiram-se ao cemitério, onde se procedeu a exumação do cadáver. Constatou-se que o corpo estava em perfeitas condições de conservação, sendo que seu coração ainda palpitava. Diante os fatos não havia mais a menor dúvida de que tratava-se de um vampiro mesmo.
Por determinação dos presentes e como mandava a tradição, foi crivada uma estaca de madeira no coração do espectro. Sua cabeça tam6ém foi cortada, sendo que seus restos foram devolvidos à vara juntamente com grande quantidade de cal viva, para que o corpo fosse consumido o mais rápido possível.
A comissão, quando de volta a Belgrado, preparou um minucioso relatório ao imperador que mostrou-se extremamente preocupado, tendo pedido que novas investigações fossem feitas em outras aldeias, que segundo consta também viviam constantemente ameaçadas pelo surgimento de casos de vampirismos.
Em Blow, uma aldeia da Boêmia, um vampiro matava as pessoas que ele chamava. Após certo tempo, os aldeões abriram o seu cúmulo e prendem o seu corpo a um poste de madeira. Mesmo assim, nessa mesma noite, ele se levantou e matou mais cinco pessoas. No dia seguinte, resolveram transpassar-lhe o corpo com uma estaca, o que fizeram várias vezes. O vampiro gemia terrivelmente até ser incinerado numa pira.
“Em certas regiões da Morávia, era muito comum homens mortos apareceram na companhia dos vivos”.
D. Calmet, Dissertation sur les Revenants, Vampires, de Hongrie, Bohême et Moravie, III
Uma vez um soldado fora convidado para jantar numa aldeia camponesa, quando entrou na sala um desconhecido. Esta aparição fez quase todos se apavorarem, menos o soldado. No dia seguinte, o dono da casa apareceu morto. Contaram, então, ao soldado que o desconhecido era avô do dono da casa, que havia falecido dez anos antes. Agora era um vampiro.
Autoridades do governo, como um médico, funcionários do tribunal e o conde Cabreras, um grande conhecedor do vampirismo, foram ao local presenciarem ao desenterro do suposto vampiro. De fato encontraram o corpo do velho em perfeito estado de conservação. O médico abriu-lhe uma veia e dera saiu sangue fresco. O conde Cabreras ordenou, então, que lhe cortassem a cabeça e o enterrassem novamente.
Diante disto, foi sugerido que desenterrassem outros sepulcros suspeitos de vampirismo. Assim, o conde mandou abrir quatro túmulos, sendo de um aldeão que morrera fazia trinta anos e as suas vítimas. O corpo do aldeão estava como se ainda estivesse vivo. O sangue de todos os cadáveres ainda estava líquido. O conde ordenou, então que fossem pregados às suas sepulturas.
Fizeram um relatório ao Imperador que pediu que se fizessem novas investigações.
Conta-se que na aldeia de Kisilova, morrera um senhor de sessenta e dois anos de idade. Três dias após sua morte, seu filho o teria visto lhe pedindo com ida. Assustado, o filho o serviu e o “mono” voltou ao sepulcro. Dois dias depois, o caso voltou-se a repetir. O filho serviu mais comida ao pai recém falecido, que, novamente, voltara para seu sepulcro. Mas, no dia seguinte, tanto o filho como mais cinco outras pessoas morreram ou adoeceram simultaneamente, morrendo depois. Os aldeões logo desenterraram o pai esfomeado e seu filho e os queimaram, pois sabiam que o beijo do vampiro transforma os outros em vampiros também.
“As almas, possuídas por uma força estígia, voltam às vezes para os cadáveres que tinham abandonado, e então, como se estivessem ressuscitadas, cumprem aços horríveis...”
H. C. Agrippa, A Filosofia Oculta, Livro III, 41
Numa aldeia da Ucrânia, quatro moças começaram de forma repentina a sofrerem de terríveis pesadelos, todos eles idênticos e simultâneos: As jovens acordavam trêmulas e afirmavam que alguma coisa que não era possível definir o que as atacava, tentando a todo custo estrangulá-las. Todas as quatro, passaram também a apresentar duas pequenas perfurações azuladas no pescoço.
Os aldeões, segundo conta a tradição, dirigiram-se ao cemitério e abriram o túmulo de uma homem, morto há três semanas, e que em vida era suspeito de feitiçaria e relações com o diabo. O sepulcro foi aberto e constatou-se que o cadáver estava perfeitamente intacto e sem odor, sendo que os olhos do defunto estavam abertos, havendo grande quantidade de sangue por todo o caixão.
Dadas as condições em que se encontrava o cadáver do suposto feiticeiro, resolveu-se como mandava a tradição, proceder de modo a destruir o vampiro. Um dos coveiros, então espetou no coração do vampiro uma estaca de madeira, sendo que em seguida seu corpo foi queimado numa fogueira, enterrando-se as cinzas numa vala profunda.
No nordeste brasileiro, conta-se a história do Encourado, um homem de hábitos noturnos que se veste completamente de couro preto, sendo que estas roupas cheiram a sangria. A presença do Encourado inspira medo e respeito. Ele só entra nas casas em que for convidado, no entanto, como todo bom vampiro, ele consegue arrumar artifícios para ser convidado. Segundo as lendas, ele tem preferência por pessoas que não freqüentam a Igreja, além do que ele sabe de antemão quem são estas pessoas. Assim, ao chegar num povoado, ele já tem em mente quem primeiro procurar. Por onde ele passa, as galinhas param de botar ovos e não comem direito. Os cachorros não saem de casa e gemem o dia inteiro. Até mesmo, os urubus e carcarás, que são aves carniceiras, desaparecem para bem alto e longe. Ao pressentir a chegada do Encourado, os moradores costumam sacrificar algum animal, pois acreditam que feito isto ele irá embora. Conta-se que no passado havia sacrifícios de pessoas indesejáveis, como criminosos e até mesmo de crianças. Entretanto, diz-se, que basta oferecer simplesmente uma galinha preta ou galo vermelho para afugentá-lo sem contudo ofendê-lo. A oferenda, no entanto, deve ser pendurada na entrada principal da cidade, pois o Encourado só entra pela porta da frente.
Já nas regiões do Pará e Maranhão, lendas indígenas falam da existência de um ser denominada Cupelobo, um homem com focinho de anta, que mata homens e animais de porte, rasgando-lhes a veia carótida para beber o sangue.
“Senão farei ressuscitar os mortos, para que tomem a vida dos vivos, e sobre os vivos multiplicar-se-ão estes mortos...”
A Descida de Ishtar aos Infernos
Arnold Paul era um heiduque, que morreu esmagado por um carro de feno. Trinta dias depois de sua morte, quatro pessoas morreram se repente, da mesma maneira como morrem, segundo a tradição daquele pais, os que são atormentados pelos vampiros.
As pessoas do lugar lembravam-se de que Arnold havia contado que tinha sido molestado por um vampiro na região de fronteira com a Sérvia-turca. Elas acreditavam que aqueles que tinham sido vampiros passivos em vida, tomavam-se vampiros ativos depois da morte. Isto significa que todos aqueles que tinham sido sugados, iriam por sua vez sugar.
Quarenta dias após sua morte, ele foi desenterrado e em seu cadáver encontravam-se todas as marcas de um arquivampiro. Seu corpo estava vermelho, os cabelos, as unhas e a barba haviam crescido e as meias estavam cheias de sangue fluido, que corria por todas as partes do corpo para o lençol em que se encontrava envolto.
O governador do local, que era um conhecedor de vampirismo e em presença do qual fora desenterrado o cadáver, mandou conforme o costume espetar no corarão do morto uma estaca afiada, atravessando o corpo de lado a lado. Isto foi de tal maneira que Arnold lançou um horrível grito como se ainda estivesse vivo. Depois lhe cortaram a cabeça e a queimaram. Fez-se a mesma coisa com os quatro cadáveres dos outros mortos suspeitos também de vampirismo.
Contudo, ao término de cinco anos, os mesmos acontecimentos funestos recomeçaram. Inúmeros habitantes da aldeia morreram de vampirismo, uns sem terem estado doentes e outros após meses de torpor.
Após muita pesquisa, descobriu-se que Arnold não havia sugado apenas o sangue daquelas quatro pessoas, mas também do gado. Aqueles que comeram a carne daquele gado foram contaminadas pelo vampirismo. Com base nisto, resolveram desenterrar todos os que haviam morrido desde então. De quarenta mortos, verificou-se que dezessete tinham sinais do vampirismo. Cortaram-lhes as cabeças e trespassaram-lhes o coração com uma estaca, queimando-os em seguida. As cinzas foram jogadas no rio.
“Não falta nada: autos, certificados de homens notáveis, de cirurgiões, de magistrados. A prova jurídica é a mais completa. Com tudo isto, quem acredita pois nos Vampiros?...”
Jean Jacques Rousseau, Carta ao Arcebispo de Paris
O imperador Canos VI ordenou, certa vez, ao príncipe Alexandre de Vutemberga, vice rei da Sérvia que se formasse uma comissão de homens notáveis para que se investigasse funestos acontecimentos que se desenrolavam numa aldeia próxima a Belgrado. Tais acontecimentos referiam-se a um já famoso vampiro que, estando morto há muitos anos, vinha nos últimos tempos realizando verdadeiras atrocidades junto a seus parentes.
A comissão liderada pelo próprio príncipe e integrada por pessoas das mais qualificadas, incluindo médicos, oficiais civis e militares e outros tantos, partiu de Belgrado e, ao chegar à aldeia, descobriu que no espaço dos últimos quinze dias, o vampiro em questão já tinha matado três sobrinhos e seu próprio irmão.
A comissão se reuniu com os deputados da aldeia e outros tantos populares, e numa sessão pública, relatou-se todos os fatos, incluindo depoimentos que falavam de luzes incandescentes avistadas junto ao túmulo do vampiro. Após ter-se ouvidos os relatos e apreciações de diversas pessoas ali presentes, resolveu exumar o corpo do suspeito vampiro.
Um grupo formado pela comissão, familiares do morto-vivo e outros, dirigiram-se ao cemitério, onde se procedeu a exumação do cadáver. Constatou-se que o corpo estava em perfeitas condições de conservação, sendo que seu coração ainda palpitava. Diante os fatos não havia mais a menor dúvida de que tratava-se de um vampiro mesmo.
Por determinação dos presentes e como mandava a tradição, foi crivada uma estaca de madeira no coração do espectro. Sua cabeça tam6ém foi cortada, sendo que seus restos foram devolvidos à vara juntamente com grande quantidade de cal viva, para que o corpo fosse consumido o mais rápido possível.
A comissão, quando de volta a Belgrado, preparou um minucioso relatório ao imperador que mostrou-se extremamente preocupado, tendo pedido que novas investigações fossem feitas em outras aldeias, que segundo consta também viviam constantemente ameaçadas pelo surgimento de casos de vampirismos.
Em Blow, uma aldeia da Boêmia, um vampiro matava as pessoas que ele chamava. Após certo tempo, os aldeões abriram o seu cúmulo e prendem o seu corpo a um poste de madeira. Mesmo assim, nessa mesma noite, ele se levantou e matou mais cinco pessoas. No dia seguinte, resolveram transpassar-lhe o corpo com uma estaca, o que fizeram várias vezes. O vampiro gemia terrivelmente até ser incinerado numa pira.
“Em certas regiões da Morávia, era muito comum homens mortos apareceram na companhia dos vivos”.
D. Calmet, Dissertation sur les Revenants, Vampires, de Hongrie, Bohême et Moravie, III
Uma vez um soldado fora convidado para jantar numa aldeia camponesa, quando entrou na sala um desconhecido. Esta aparição fez quase todos se apavorarem, menos o soldado. No dia seguinte, o dono da casa apareceu morto. Contaram, então, ao soldado que o desconhecido era avô do dono da casa, que havia falecido dez anos antes. Agora era um vampiro.
Autoridades do governo, como um médico, funcionários do tribunal e o conde Cabreras, um grande conhecedor do vampirismo, foram ao local presenciarem ao desenterro do suposto vampiro. De fato encontraram o corpo do velho em perfeito estado de conservação. O médico abriu-lhe uma veia e dera saiu sangue fresco. O conde Cabreras ordenou, então, que lhe cortassem a cabeça e o enterrassem novamente.
Diante disto, foi sugerido que desenterrassem outros sepulcros suspeitos de vampirismo. Assim, o conde mandou abrir quatro túmulos, sendo de um aldeão que morrera fazia trinta anos e as suas vítimas. O corpo do aldeão estava como se ainda estivesse vivo. O sangue de todos os cadáveres ainda estava líquido. O conde ordenou, então que fossem pregados às suas sepulturas.
Fizeram um relatório ao Imperador que pediu que se fizessem novas investigações.
Conta-se que na aldeia de Kisilova, morrera um senhor de sessenta e dois anos de idade. Três dias após sua morte, seu filho o teria visto lhe pedindo com ida. Assustado, o filho o serviu e o “mono” voltou ao sepulcro. Dois dias depois, o caso voltou-se a repetir. O filho serviu mais comida ao pai recém falecido, que, novamente, voltara para seu sepulcro. Mas, no dia seguinte, tanto o filho como mais cinco outras pessoas morreram ou adoeceram simultaneamente, morrendo depois. Os aldeões logo desenterraram o pai esfomeado e seu filho e os queimaram, pois sabiam que o beijo do vampiro transforma os outros em vampiros também.
“As almas, possuídas por uma força estígia, voltam às vezes para os cadáveres que tinham abandonado, e então, como se estivessem ressuscitadas, cumprem aços horríveis...”
H. C. Agrippa, A Filosofia Oculta, Livro III, 41
Numa aldeia da Ucrânia, quatro moças começaram de forma repentina a sofrerem de terríveis pesadelos, todos eles idênticos e simultâneos: As jovens acordavam trêmulas e afirmavam que alguma coisa que não era possível definir o que as atacava, tentando a todo custo estrangulá-las. Todas as quatro, passaram também a apresentar duas pequenas perfurações azuladas no pescoço.
Os aldeões, segundo conta a tradição, dirigiram-se ao cemitério e abriram o túmulo de uma homem, morto há três semanas, e que em vida era suspeito de feitiçaria e relações com o diabo. O sepulcro foi aberto e constatou-se que o cadáver estava perfeitamente intacto e sem odor, sendo que os olhos do defunto estavam abertos, havendo grande quantidade de sangue por todo o caixão.
Dadas as condições em que se encontrava o cadáver do suposto feiticeiro, resolveu-se como mandava a tradição, proceder de modo a destruir o vampiro. Um dos coveiros, então espetou no coração do vampiro uma estaca de madeira, sendo que em seguida seu corpo foi queimado numa fogueira, enterrando-se as cinzas numa vala profunda.
No nordeste brasileiro, conta-se a história do Encourado, um homem de hábitos noturnos que se veste completamente de couro preto, sendo que estas roupas cheiram a sangria. A presença do Encourado inspira medo e respeito. Ele só entra nas casas em que for convidado, no entanto, como todo bom vampiro, ele consegue arrumar artifícios para ser convidado. Segundo as lendas, ele tem preferência por pessoas que não freqüentam a Igreja, além do que ele sabe de antemão quem são estas pessoas. Assim, ao chegar num povoado, ele já tem em mente quem primeiro procurar. Por onde ele passa, as galinhas param de botar ovos e não comem direito. Os cachorros não saem de casa e gemem o dia inteiro. Até mesmo, os urubus e carcarás, que são aves carniceiras, desaparecem para bem alto e longe. Ao pressentir a chegada do Encourado, os moradores costumam sacrificar algum animal, pois acreditam que feito isto ele irá embora. Conta-se que no passado havia sacrifícios de pessoas indesejáveis, como criminosos e até mesmo de crianças. Entretanto, diz-se, que basta oferecer simplesmente uma galinha preta ou galo vermelho para afugentá-lo sem contudo ofendê-lo. A oferenda, no entanto, deve ser pendurada na entrada principal da cidade, pois o Encourado só entra pela porta da frente.
Já nas regiões do Pará e Maranhão, lendas indígenas falam da existência de um ser denominada Cupelobo, um homem com focinho de anta, que mata homens e animais de porte, rasgando-lhes a veia carótida para beber o sangue.
Estatística
| Total das preciosidades: | 8.354,90 Litros de sangue |
| Vítimas mordidas (link): | 5 |
| Combates: | 22 |
| Vencidos: | 12 |
| Derrotas: | 10 |
| Empates | 0 |
| Ouro ganho: | ~ 0,00 ![]() |
| Ouro perdido: | ~ 0,00 ![]() |
| Pontos certeiros aplicados: | 746.75 |
| Pontos certeiros sofridos: | 827.64 |
As propriedades de Mano Cabelo:
| Nível da personagem: | Nível 8 |
| Força: | ![]() (17) |
| Defesa: | ![]() (16) |
| Agilidade: | ![]() (16) |
| Resistência: | ![]() (16) |
| Habilidade: | ![]() (17) |
| Experiência: | ![]() (265|320) |
As estatísticas da pagina ancestral Mano Cabelo
| Desafios tentados: | 0 |
| Desafios bem sucedidos: | 0 |
| Desafios falhados: | 0 |
O guarda de Mano Cabelo
| Género de guarda: | Cão de Caça |
| Nome do guarda: | Cão de Caça |
| Ataque: | ![]() (9) |
| Defesa: | ![]() (8) |
| Resistência: | ![]() (8) |
Dados do perfil
| Sexo: | masculino |
| Idade: | 15-20 Ano |
| Localidade: | --- |
| Número ICQ: | --- |
| MSN Messenger: | --- |
| Yahoo Messenger: | --- |
| Nome AIM: | --- |
| Jabber ID | --- |
| Skype ID | --- |
Arena
Mano Cabelo ainda não atingiu um ranking especial na arena.


(17)
(265|320)