Vampiro Avatar of Woe
Clã:
Descrição da personagem
[img] http://blogrevolt.blogs.sapo.pt/arquivo/coracao%20em%20chamas.jpg [/img]
[img] http://img148.imageshack.us/img148/9305/gfibanner3gk6nx.gif [/img]
Quantos dias já se passaram desde aquele dia? No estado em que me encontro não tenho como saber.
Mesmo que soubesse, que utilidade tal informação poderia ter para mim?
Estou exausto, doente, faminto. E sozinho.
Porque ele amaldiçoou nossa terra? Será que me distanciei do meu dever como sacerdote? Por que ó Deus enviaste sua praga para nos amaldiçoar?
Eu cresci nesta vila a minha vida toda, aprendi com os sacerdotes da região os conhecimentos básicos para controlar as forças mágicas que envolvem o mundo.
Deito no chão esperando que, desta vez, a morte venha me ensinar o caminho que leva ao Horizonte da Eternidade. Estou debilitado demais para ficar acordado por muito tempo e sei que logo o sono tomará conta de mim, mas o medo de adormecer é tão grande que levo meu corpo até o limite máximo da resistência na tentativa de continuar desperto.
Sinto o corpo dormente... não vou resistir por muito tempo... estou cansado de vivenciar o mesmo pesadelo...
Morte, porque você está demorando tanto?
Vejo mais uma vez o pequenino e frágil corpo de minha amada filha em seu leito de morte. Estava nua e coberta de chagas purulentas. A impiedosa mão da desnutrição retorceu de maneira hedionda os seus membros conferindo a eles um aspecto inumano e quando a tocava quase conseguia sentir a textura de seus pequenos ossos que estavam grudados em sua pele extremante fina e alva. Seu rosto não era mais iluminado pelo brilho delicado de seus olhos azuis e não havia mais as rosadas bochechas redondas e macias que todas as mulheres sentiam vontade de apertar. Seus longos cabelos que possuíam o aroma das flores do campo e mesclavam a textura da seda e o brilho do mais
puro ouro, perderam o viço e caíram deixando desnudado o topo da cabeça.
Ela lançava para mim olhares súplices e agonizantes enquanto seus debilitados pulmões emitiam um agudo chiado a cada respiração. Meu anjinho não foi a primeira e nem a última vítima da seca implacável que arruinou o vilarejo. Todos estavam morrendo, a começar pelos idosos e pelas crianças.Eu também estava muito debilitado, pois já fazia cinco dias que não me alimentava. Mas ao ver o sofrimento da minha filhinha, não conseguia sentir fome e nem a persistente dor nos olhos e nas pernas.
Tinha que ser forte naquela hora tão dura, pois prometi a mim mesmo que jamais derramaria qualquer lágrima na presença da minha filha. Mas não consegui resistir quando ela falou lentamente e com extremo esforço:
- Papai... tô com fome...
As lágrimas queimaram meu rosto como se fossem feitas de fogo. Não
conseguia articular nenhuma palavra coerente. Estava trêmulo e tudo o que eu consegui fazer foi abraça-la e chorar convulsivamente porque eu não tinha alimento algum para dar a ela...
Não sei quanto tempo se passou, mas quando a razão conseguiu recuperar o controle sobre meus atos, percebi que ela estava ficando fria. Olhei para o seu rosto e vi seus olhos brilharem pela última vez. Ela sorriu para mim e falou:
- Papai.. não cho... ra... eu... t...e..... a....
Deixo o mundo das recordações para trás e retorno ao mundo real. Continuo confinado em trevas impenetráveis e o frio que envolve meu corpo parece ser proveniente de uma brisa noturna. Sinto falta da luminosa presença do sol, pois devido a minha cegueira não posso mais observá-lo em sua trajetória diária pelo céu.
Para completar a minha desgraça, uma moléstia roubou para sempre os movimentos das minhas pernas. Como fiquei cego e entrevado fui considerado um fardo pesado demais para os sobreviventes da estiagem.
Quando resolveram abandonar o vilarejo fui deixado para trás e condenado a passar meus últimos dias definhando lentamente junto aos campos queimados e aos cadáveres das vítimas da seca.
O frio está aumentando e não tenho nada para me proteger. Fico encolhido o máximo que posso, mas os poucos dentes que ainda restaram em minha boca não param de bater. Algo toca levemente em meu rosto.
Faço um movimento brusco com a cabeça e o que fosse que estivesse tocando em mim se afasta.
O vento gelado traz o aroma de flores do campo e sou tocado novamente.
A ultima coisa que me lembro de minha vida, foram as suas presas, o homem as cravou em meu pescoço. Senti todo o sangue do meu corpo sendo sugado, mas tentei fazer para impedí-lo.
Algumas horas depois eu acordo, e vejo o homem sentado ao meu lado. Minhas forças voltaram para mim, o que será que o homem fez?
- Me chame de ArKHaN. Eu lhe dei a vida eterna. Agora você é carne da minha carne, sangue do meu sangue, você é um de nós, você é um vampiro.
[img] http://img148.imageshack.us/img148/9305/gfibanner3gk6nx.gif [/img]
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Quantos dias já se passaram desde aquele dia? No estado em que me encontro não tenho como saber.
Mesmo que soubesse, que utilidade tal informação poderia ter para mim?
Estou exausto, doente, faminto. E sozinho.
Porque ele amaldiçoou nossa terra? Será que me distanciei do meu dever como sacerdote? Por que ó Deus enviaste sua praga para nos amaldiçoar?
Eu cresci nesta vila a minha vida toda, aprendi com os sacerdotes da região os conhecimentos básicos para controlar as forças mágicas que envolvem o mundo.
Deito no chão esperando que, desta vez, a morte venha me ensinar o caminho que leva ao Horizonte da Eternidade. Estou debilitado demais para ficar acordado por muito tempo e sei que logo o sono tomará conta de mim, mas o medo de adormecer é tão grande que levo meu corpo até o limite máximo da resistência na tentativa de continuar desperto.
Sinto o corpo dormente... não vou resistir por muito tempo... estou cansado de vivenciar o mesmo pesadelo...
Morte, porque você está demorando tanto?
Vejo mais uma vez o pequenino e frágil corpo de minha amada filha em seu leito de morte. Estava nua e coberta de chagas purulentas. A impiedosa mão da desnutrição retorceu de maneira hedionda os seus membros conferindo a eles um aspecto inumano e quando a tocava quase conseguia sentir a textura de seus pequenos ossos que estavam grudados em sua pele extremante fina e alva. Seu rosto não era mais iluminado pelo brilho delicado de seus olhos azuis e não havia mais as rosadas bochechas redondas e macias que todas as mulheres sentiam vontade de apertar. Seus longos cabelos que possuíam o aroma das flores do campo e mesclavam a textura da seda e o brilho do mais
puro ouro, perderam o viço e caíram deixando desnudado o topo da cabeça.
Ela lançava para mim olhares súplices e agonizantes enquanto seus debilitados pulmões emitiam um agudo chiado a cada respiração. Meu anjinho não foi a primeira e nem a última vítima da seca implacável que arruinou o vilarejo. Todos estavam morrendo, a começar pelos idosos e pelas crianças.Eu também estava muito debilitado, pois já fazia cinco dias que não me alimentava. Mas ao ver o sofrimento da minha filhinha, não conseguia sentir fome e nem a persistente dor nos olhos e nas pernas.
Tinha que ser forte naquela hora tão dura, pois prometi a mim mesmo que jamais derramaria qualquer lágrima na presença da minha filha. Mas não consegui resistir quando ela falou lentamente e com extremo esforço:
- Papai... tô com fome...
As lágrimas queimaram meu rosto como se fossem feitas de fogo. Não
conseguia articular nenhuma palavra coerente. Estava trêmulo e tudo o que eu consegui fazer foi abraça-la e chorar convulsivamente porque eu não tinha alimento algum para dar a ela...
Não sei quanto tempo se passou, mas quando a razão conseguiu recuperar o controle sobre meus atos, percebi que ela estava ficando fria. Olhei para o seu rosto e vi seus olhos brilharem pela última vez. Ela sorriu para mim e falou:
- Papai.. não cho... ra... eu... t...e..... a....
Deixo o mundo das recordações para trás e retorno ao mundo real. Continuo confinado em trevas impenetráveis e o frio que envolve meu corpo parece ser proveniente de uma brisa noturna. Sinto falta da luminosa presença do sol, pois devido a minha cegueira não posso mais observá-lo em sua trajetória diária pelo céu.
Para completar a minha desgraça, uma moléstia roubou para sempre os movimentos das minhas pernas. Como fiquei cego e entrevado fui considerado um fardo pesado demais para os sobreviventes da estiagem.
Quando resolveram abandonar o vilarejo fui deixado para trás e condenado a passar meus últimos dias definhando lentamente junto aos campos queimados e aos cadáveres das vítimas da seca.
O frio está aumentando e não tenho nada para me proteger. Fico encolhido o máximo que posso, mas os poucos dentes que ainda restaram em minha boca não param de bater. Algo toca levemente em meu rosto.
Faço um movimento brusco com a cabeça e o que fosse que estivesse tocando em mim se afasta.
O vento gelado traz o aroma de flores do campo e sou tocado novamente.
A ultima coisa que me lembro de minha vida, foram as suas presas, o homem as cravou em meu pescoço. Senti todo o sangue do meu corpo sendo sugado, mas tentei fazer para impedí-lo.
Algumas horas depois eu acordo, e vejo o homem sentado ao meu lado. Minhas forças voltaram para mim, o que será que o homem fez?
- Me chame de ArKHaN. Eu lhe dei a vida eterna. Agora você é carne da minha carne, sangue do meu sangue, você é um de nós, você é um vampiro.
[img] http://img148.imageshack.us/img148/9305/gfibanner3gk6nx.gif [/img]
Estatística
| Total das preciosidades: | 110.635,47 Litros de sangue |
| Vítimas mordidas (link): | 799 |
| Combates: | 242 |
| Vencidos: | 119 |
| Derrotas: | 123 |
| Empates | 0 |
| Ouro ganho: | ~ 5.000,00 ![]() |
| Ouro perdido: | ~ 11.000,00 ![]() |
| Pontos certeiros aplicados: | 11870.22 |
| Pontos certeiros sofridos: | 30705.32 |
As propriedades de Avatar of Woe:
| Nível da personagem: | Nível 25 |
| Força: | ![]() (43) |
| Defesa: | ![]() (42) |
| Agilidade: | ![]() (42) |
| Resistência: | ![]() (41) |
| Habilidade: | ![]() (27) |
| Experiência: | ![]() (3080|3125) |
As estatísticas da pagina ancestral Avatar of Woe
| Desafios tentados: | 0 |
| Desafios bem sucedidos: | 0 |
| Desafios falhados: | 0 |
O guarda de Avatar of Woe
| Género de guarda: | Cão de Caça Gêmeo |
| Nome do guarda: | Cão de Caça Gêmeo |
| Ataque: | ![]() (41) |
| Defesa: | ![]() (41) |
| Resistência: | ![]() (41) |
Dados do perfil
| Sexo: | masculino |
| Idade: | 20-25 Ano |
| Localidade: | Gevaudan |
| Número ICQ: | --- |
| MSN Messenger: | --- |
| Yahoo Messenger: | --- |
| Nome AIM: | --- |
| Jabber ID | --- |
| Skype ID | --- |
Arena
Avatar of Woe ainda não atingiu um ranking especial na arena.
Avatar of Woe criou até agora 6 Vampiros:
| Henry Sinclair | Nível 10 | Preciosidades 17609.5 Litros de sangue |
| William Sinclair | Nível 10 | Preciosidades 14165.9 Litros de sangue |
| zZBaYeRN | Nível 1 | Preciosidades 0 Litros de sangue |
| KingNight | Nível 1 | Preciosidades 0 Litros de sangue |
| Jenosha | Nível 1 | Preciosidades 0 Litros de sangue |
| souchaos | Nível 1 | Preciosidades 0 Litros de sangue |


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(3080|3125)