Vampiro Gabriel McSammet
Foi criado por Ancestrais dos vampiros 28.03.2006 às 02:17:44
Clã:
Descrição da personagem
Gabriel era um jovem descendente da coroa da França. Nascido em 1684, sob maternidade da Madame de Maintenon e paternidade de ninguém menos que Luis XIV, o Grande Rei Sol, que proferiu a famosa citação "L'État, c'est moi", ou "O Estado sou eu".
O jovem cresceu sendo educado pelos melhores professores que a época podia prover, e se tornou um perfeito nobre. Sempre ouvindo as histórias e feitos de seu pai, ele acreditava que seguindo seu exemplo, poderia se tornar um grande rei, mesmo sendo jovem.
Gabriel sempre foi muito orgulhoso do fato de seu pai tê-lo nomeado como "Enviado de Deus", já que Luis também havia recebido nome semelhante (Louis-Dieudonné, ou "Luís, o presente de Deus"). Ao completar 17 anos, um baile foi oferecido em sua homenagem.
Em tal baile, foi convidado um homem com hábitos antigos para animá-lo: Um trovador chamado Tobiah McSammet. Muito habilidoso, este homem havia sido descoberto graças à recomendação de um dos servos do castelo. Luis XIV estava hesitante em convidar tal homem para o baile de seu filho, temendo sua incompetência, mas Gabriel concordou com o convite de tal homem.
Na verdade, o jovem estava interessado em saber como eram os trovadores que seus mestres citavam em suas histórias sobre a cultura antiga, e ele estava muito ansioso em saber como era o tal Tobiah.
Logo, dia 15 de março de 1701 chegou e com ele, o baile durante a noite. O Palácio de Versallhes estava cheio de nobres exibindo seus hábitos finos, servos reais a serviço dos convidados, belas damas brilhando como as estrelas dos céus e o jovem Gabriel, centro das atenções da noite.
Muito popular entre as damas do reino não apenas por seu poder, mas também por sua beleza, ele não perdia chances em cortejá-las, mesmo não firmando compromissos com nenhuma.
Luis XIV, junto à sua nova amante e quase madrasta do aniversariante, a Duquesa de Bourgogne, estava radiante. Seu filho finalmente chegava aos 17 anos e sua educação e hábitos já pareciam próprios de um rei. Seu carisma conquistava ao povo, desde as camadas mais pobres às mais nobres, e o jeito alegre de ser dele contagiava todos em sua volta.
Nesse contexto, a festa se desenrolava até a atração principal ter princípio. O salão principal do Castelo se silenciou enquanto as luzes se apagaram. Os primeiros acordes de um violão começaram a ser ouvidos, e a voz incrivelmente bela de um homem começou a soar. Conforme ele caminhava em direção ao centro do salão, os lustres iam sendo acesos.
Ao chegar, enquanto dançava uma melodia lenta e cadenciava, Tobiah McSammet parecia seduzir a todos no salão. O som que emitia, seus movimentos, seu olhar calmo e penetrante, tudo parecia atrair a todos para aquele poço de mistério. Muitos dançaram ao som misterioso das músicas de Tobiah, sentindo os corpos dos amantes próximos uns aos outros, com respirações ofegantes, seduzindo e sendo seduzidos. Foi uma noite mágica, onde a paixão aflorou e muitos casais consumaram suas relações, muitas moças perderam sua pureza e muitos rapazes se aproveitaram da inocência das apaixonadas. Foi uma noite onde, mesmo que ninguém tivesse sido capaz de perceber, a luxúria reinou.
Porém, Gabriel não estava nesse meio. O jovem foi completamente hipnotizado pela música de Tobiah, e como que por meio de uma "mensagem subliminar", ouviu a voz do trovador mandando-o dirigir-se ao jardim. Falando aos pais que iria respirar um ar puro, Gabriel se dirigiu para lá.
No mesmo instante, Tobiah parou sua melodia e saiu silenciosamente. Os casais, embalados em seu jogo de sedução e perversão e inebriados com o som que havia sido tocado, além do néctar doce de luxúria no ar, estavam ocupados demais para perceber a ausência da figura principal da noite: O próprio músico.
Mesmo Luis XIV, o radiante Rei-Sol, se rendeu à melodia e seguiu com sua dama para o andar superior do castelo, onde renderam-se ao desejo e finalmente consumaram aquele que seria o ultimo relacionamento do grande rei.
Nos imensos jardins do Palácio de Versallhes, Tobiah se encontrou com Gabriel. Ainda levemente inebriado, o jovem príncipe sentia-se fora de si enquanto olhava para aquele homem que se aproximava lentamente. Porém, o aspecto dele não era mais aquele exibido enquanto cantava, e sim de um homem forte e decidido, com movimentos precisos e olhar penetrante.
- Jovem Gabriel, príncipe da França. Sabeis mui bem que não sou um homem comum, presenciaste isto. Irei contar-lhe um segredo e fazer-lhe um pedido.
Pense com cuidado, pois se aderir ào pedido que farei a ti, vossa vida jamais será o que planejou.
O príncipe apenas ouvia Tobiah ansiando pela verdade sobre tamanho mistério encerrado em uma forma humana..... Ou quase.
- Descendo de uma espécie cujos poderes são conhecidos e reconhecidos através das épocas. Sou um nosferatu. Teus mestres lhe ocultaram a existência de minha espécie, pois decerto é preferível não crer que existam tais criaturas do que acreditá-las........ E temê-las.
- Temê-las? Mas o que vós nosferatus têm de tão intimidador, para que vossa existência seja escondida até mesmo de mim, príncipe da França e filho do grande rei Luis XIV?
- Digamos que minha espécie possui hábitos alimentares e capacidades levemente peculiares. Somos considerados uma imensa família, apesar de muitos de nossa espécie (como eu, inclusive), preferirem uma vida de reclusão e distância de outros. Além disso, devo dizer, somos eternos. Um nosferatu jamais morre. Possuímos o dom da imortalidade, e eu, por exemplo, já sou vivo por mais de 700 anos.
Não lhe revelarei mais nada até que faça vossa decisão: Desejas juntar-se a nós? Anseia tornar-se um nosferatu? O que lhe diz seu coração?
Compreenda que estará jogando seus sonhos para longe uma vez aceitando nossa vida. Jamais poderá governar a França como planejas, pois um ser eterno seria suspeito e acusado de feitiçaria.
Deverá romper seus vínculos com vossa vida atual e viverá como nós. Guiarei-lhe pelos caminhos da vida vampírica e auxiliarei-o até que seja capaz de viver por si só.
O jovem Gabriel hesitou por alguns instantes. Abandonar tudo que havia construido até agora? Abandonar a vida proporcionada por seu pai até hoje, uma vida de sucesso e de riquezas?
Em troca, a eternidade. A chance de construir, destruir e reconstruir...... Não importava, sua decisão estava feita, porém ainda tinha uma dúvida:
- Antes de responder-lhe, solucione minha dúvida, por favor. Vampiros têm alguma maneira de morrerem?
- É certo que sim! Porém, não por nossas mãos nem pelas mãos de nossos aliados. Apenas uma criatura neste mundo pode matar-nos, e ensinarei-lhe sobre ela.
Agora, decida! Virá comigo, ou permanecerá em sua monótona e ínfima vida?
- Eu.................... Aceito! Me unirei à vossa raça, Tobiah McSammet!
O nosferatu se aproximou de Gabriel até que sua boca ficou a altura do pescoço do príncipe. Em um sorriso, ele sussurou:
- Boa escolha, meu jovem. Agora..... Morra!
Cravando seus dentes fundo no pescoço do jovem, Tobiah McSammet sugou até a ultima gota de sangue do jovem príncipe. Estático, este olhou para aquele homem com um misto de surpresa. Havia sido enganado? Iria apenas morrer naquele pátio frio do jardim de Versallhes? Um jovem promissor como ele, perdido naquele local? Não! Isso não podia estar acontecendo.
Ao terminar de sugar o sangue de Gabriel, Tobiah cortou o próprio pulso e derramou de seu sangue na boca do jovem. "O que é isso?", pensou Gabriel. "Algum sinal de desprezo vampírico? O maldito está me humilhando após me guiar no caminho para o inferno?".
Porém, enquanto os questionamentos tomavam a cabeça do príncipe, um sentimento quente invadiu seu ser. Ele se sentia vivo de novo! Mas como era possível? Ele estava certo de estar morrendo! Como podia estar vivo mais uma vez? Um milagre? Ou...........
- Não duvides da palavra de um nosferatu, garoto. Esta é a primeira lição que deves aprender. Nenhum vampiro tem o direito de mentir para o outro, compreendes? Esta regra é valida a você também!
Gabriel levantou-se. A primeira coisa que sentiu foi...... Fome. Uma fome arrebatadora, mas não de comida. Suas narinas farejavam cheiro muito mais agradável se aproximando, como um banquete. Aterrorizado, o jovem lembrou-se do que era aquele cheiro..... Sangue! Sangue humano!
Isso despertava tanta fome nele? Era esse o hábito alimentar "peculiar" de um vampiro? Ele havia se tornado uma criatura desprezível assim? Era certo que jamais iria beber sangue humano!
Uma criada saiu aos jardins, em busca do príncipe. O cheiro de sangue, fortíssimo, arrebatava o corpo e mente de Gabriel, obrigando-o a avançar na direção da criada. Cedendo aos seus instintos, em velocidade sobre-humana a alcançou e cravou os dentes em seu pescoço, dilacerando-o. A violência com a qual atacou a criaa jamais seria atribuida a um ser humano, e logo sua cabeça era apenas uma massa disforme de carne e sangue.
Após se saciar, o peso de seus atos veio à mente de Gabriel.
- O..... O que eu fiz? Eu.... A matei! Eu matei esta pobre senhora!
- Não, meu jovem, você apenas sobreviveu. Ela era o meio. Humanos matam animais e os comem para sobreviverem. Nosferatus matam humanos e bebem seu sangue para sobreviverem. Esta é a lei da vida, príncipe Gabriel! Venha comigo, ensinarei-lhe tudo que precisas saber......
XxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXx
Durante décadas, Gabriel seguiu Tobiah aprendendo os hábitos e costumes vampirescos, maneiras de gozar de seus poderes, dentre outros.
Durante décadas, Tobiah dedicou-se apenas a ensinar ao pequeno príncipe tudo que sabia, todo o conhecimento que possuia, toda a vivência que tinha.
Porém, tudo é passageiro nessa vida, e chegou o dia em que tiveram de se separar. Gabriel assumiu o sobrenome de seu tutor, e enquanto viajavam juntos, o príncipe revelou-lhe algo que desejava.
- Mestre, eu decidi o que quero fazer. Quero viajar por esse mundo, enfrentando nossos inimigos lobisomens! A vida eterna não tem tantos atrativos quando é ameaçada por tal espécie deselegante e desprezível. Prometo a você que eliminarei a todos e lhe entregarei a cabeça do último dos lobisomens!
Decidi também criar vampiros para me auxiliarem. Darei a vida eterna a outras criaturas e farei-as companheiras e companheiros nessas batalhas contra a desprezível espécie dos licantropos!
- Sabeis que acho por demais deselegante este estilo de vida, mas se fascina-o agir assim, não o impedirei. Apenas não morra meu garoto, meu "filho" mais habilidoso!
XxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXx
Tobiah McSammet adequou-se a modernidade e mudou seu nome para Tobias Sammet. Porém, decidi por manter meu nome de Gabriel McSammet!
Desde aquela época até hoje, tenho vampirizado criaturas e enfrentado os abomináveis licantropos. Um dia, estarei livre dessas pragas, e poderei passar a planos maiores.........
Soube que meu pai, Luis XIV, morreu em 1715. Tolo homem fraco. Se um rei é o Estado, um nosferatu....... É o mundo!
O jovem cresceu sendo educado pelos melhores professores que a época podia prover, e se tornou um perfeito nobre. Sempre ouvindo as histórias e feitos de seu pai, ele acreditava que seguindo seu exemplo, poderia se tornar um grande rei, mesmo sendo jovem.
Gabriel sempre foi muito orgulhoso do fato de seu pai tê-lo nomeado como "Enviado de Deus", já que Luis também havia recebido nome semelhante (Louis-Dieudonné, ou "Luís, o presente de Deus"). Ao completar 17 anos, um baile foi oferecido em sua homenagem.
Em tal baile, foi convidado um homem com hábitos antigos para animá-lo: Um trovador chamado Tobiah McSammet. Muito habilidoso, este homem havia sido descoberto graças à recomendação de um dos servos do castelo. Luis XIV estava hesitante em convidar tal homem para o baile de seu filho, temendo sua incompetência, mas Gabriel concordou com o convite de tal homem.
Na verdade, o jovem estava interessado em saber como eram os trovadores que seus mestres citavam em suas histórias sobre a cultura antiga, e ele estava muito ansioso em saber como era o tal Tobiah.
Logo, dia 15 de março de 1701 chegou e com ele, o baile durante a noite. O Palácio de Versallhes estava cheio de nobres exibindo seus hábitos finos, servos reais a serviço dos convidados, belas damas brilhando como as estrelas dos céus e o jovem Gabriel, centro das atenções da noite.
Muito popular entre as damas do reino não apenas por seu poder, mas também por sua beleza, ele não perdia chances em cortejá-las, mesmo não firmando compromissos com nenhuma.
Luis XIV, junto à sua nova amante e quase madrasta do aniversariante, a Duquesa de Bourgogne, estava radiante. Seu filho finalmente chegava aos 17 anos e sua educação e hábitos já pareciam próprios de um rei. Seu carisma conquistava ao povo, desde as camadas mais pobres às mais nobres, e o jeito alegre de ser dele contagiava todos em sua volta.
Nesse contexto, a festa se desenrolava até a atração principal ter princípio. O salão principal do Castelo se silenciou enquanto as luzes se apagaram. Os primeiros acordes de um violão começaram a ser ouvidos, e a voz incrivelmente bela de um homem começou a soar. Conforme ele caminhava em direção ao centro do salão, os lustres iam sendo acesos.
Ao chegar, enquanto dançava uma melodia lenta e cadenciava, Tobiah McSammet parecia seduzir a todos no salão. O som que emitia, seus movimentos, seu olhar calmo e penetrante, tudo parecia atrair a todos para aquele poço de mistério. Muitos dançaram ao som misterioso das músicas de Tobiah, sentindo os corpos dos amantes próximos uns aos outros, com respirações ofegantes, seduzindo e sendo seduzidos. Foi uma noite mágica, onde a paixão aflorou e muitos casais consumaram suas relações, muitas moças perderam sua pureza e muitos rapazes se aproveitaram da inocência das apaixonadas. Foi uma noite onde, mesmo que ninguém tivesse sido capaz de perceber, a luxúria reinou.
Porém, Gabriel não estava nesse meio. O jovem foi completamente hipnotizado pela música de Tobiah, e como que por meio de uma "mensagem subliminar", ouviu a voz do trovador mandando-o dirigir-se ao jardim. Falando aos pais que iria respirar um ar puro, Gabriel se dirigiu para lá.
No mesmo instante, Tobiah parou sua melodia e saiu silenciosamente. Os casais, embalados em seu jogo de sedução e perversão e inebriados com o som que havia sido tocado, além do néctar doce de luxúria no ar, estavam ocupados demais para perceber a ausência da figura principal da noite: O próprio músico.
Mesmo Luis XIV, o radiante Rei-Sol, se rendeu à melodia e seguiu com sua dama para o andar superior do castelo, onde renderam-se ao desejo e finalmente consumaram aquele que seria o ultimo relacionamento do grande rei.
Nos imensos jardins do Palácio de Versallhes, Tobiah se encontrou com Gabriel. Ainda levemente inebriado, o jovem príncipe sentia-se fora de si enquanto olhava para aquele homem que se aproximava lentamente. Porém, o aspecto dele não era mais aquele exibido enquanto cantava, e sim de um homem forte e decidido, com movimentos precisos e olhar penetrante.
- Jovem Gabriel, príncipe da França. Sabeis mui bem que não sou um homem comum, presenciaste isto. Irei contar-lhe um segredo e fazer-lhe um pedido.
Pense com cuidado, pois se aderir ào pedido que farei a ti, vossa vida jamais será o que planejou.
O príncipe apenas ouvia Tobiah ansiando pela verdade sobre tamanho mistério encerrado em uma forma humana..... Ou quase.
- Descendo de uma espécie cujos poderes são conhecidos e reconhecidos através das épocas. Sou um nosferatu. Teus mestres lhe ocultaram a existência de minha espécie, pois decerto é preferível não crer que existam tais criaturas do que acreditá-las........ E temê-las.
- Temê-las? Mas o que vós nosferatus têm de tão intimidador, para que vossa existência seja escondida até mesmo de mim, príncipe da França e filho do grande rei Luis XIV?
- Digamos que minha espécie possui hábitos alimentares e capacidades levemente peculiares. Somos considerados uma imensa família, apesar de muitos de nossa espécie (como eu, inclusive), preferirem uma vida de reclusão e distância de outros. Além disso, devo dizer, somos eternos. Um nosferatu jamais morre. Possuímos o dom da imortalidade, e eu, por exemplo, já sou vivo por mais de 700 anos.
Não lhe revelarei mais nada até que faça vossa decisão: Desejas juntar-se a nós? Anseia tornar-se um nosferatu? O que lhe diz seu coração?
Compreenda que estará jogando seus sonhos para longe uma vez aceitando nossa vida. Jamais poderá governar a França como planejas, pois um ser eterno seria suspeito e acusado de feitiçaria.
Deverá romper seus vínculos com vossa vida atual e viverá como nós. Guiarei-lhe pelos caminhos da vida vampírica e auxiliarei-o até que seja capaz de viver por si só.
O jovem Gabriel hesitou por alguns instantes. Abandonar tudo que havia construido até agora? Abandonar a vida proporcionada por seu pai até hoje, uma vida de sucesso e de riquezas?
Em troca, a eternidade. A chance de construir, destruir e reconstruir...... Não importava, sua decisão estava feita, porém ainda tinha uma dúvida:
- Antes de responder-lhe, solucione minha dúvida, por favor. Vampiros têm alguma maneira de morrerem?
- É certo que sim! Porém, não por nossas mãos nem pelas mãos de nossos aliados. Apenas uma criatura neste mundo pode matar-nos, e ensinarei-lhe sobre ela.
Agora, decida! Virá comigo, ou permanecerá em sua monótona e ínfima vida?
- Eu.................... Aceito! Me unirei à vossa raça, Tobiah McSammet!
O nosferatu se aproximou de Gabriel até que sua boca ficou a altura do pescoço do príncipe. Em um sorriso, ele sussurou:
- Boa escolha, meu jovem. Agora..... Morra!
Cravando seus dentes fundo no pescoço do jovem, Tobiah McSammet sugou até a ultima gota de sangue do jovem príncipe. Estático, este olhou para aquele homem com um misto de surpresa. Havia sido enganado? Iria apenas morrer naquele pátio frio do jardim de Versallhes? Um jovem promissor como ele, perdido naquele local? Não! Isso não podia estar acontecendo.
Ao terminar de sugar o sangue de Gabriel, Tobiah cortou o próprio pulso e derramou de seu sangue na boca do jovem. "O que é isso?", pensou Gabriel. "Algum sinal de desprezo vampírico? O maldito está me humilhando após me guiar no caminho para o inferno?".
Porém, enquanto os questionamentos tomavam a cabeça do príncipe, um sentimento quente invadiu seu ser. Ele se sentia vivo de novo! Mas como era possível? Ele estava certo de estar morrendo! Como podia estar vivo mais uma vez? Um milagre? Ou...........
- Não duvides da palavra de um nosferatu, garoto. Esta é a primeira lição que deves aprender. Nenhum vampiro tem o direito de mentir para o outro, compreendes? Esta regra é valida a você também!
Gabriel levantou-se. A primeira coisa que sentiu foi...... Fome. Uma fome arrebatadora, mas não de comida. Suas narinas farejavam cheiro muito mais agradável se aproximando, como um banquete. Aterrorizado, o jovem lembrou-se do que era aquele cheiro..... Sangue! Sangue humano!
Isso despertava tanta fome nele? Era esse o hábito alimentar "peculiar" de um vampiro? Ele havia se tornado uma criatura desprezível assim? Era certo que jamais iria beber sangue humano!
Uma criada saiu aos jardins, em busca do príncipe. O cheiro de sangue, fortíssimo, arrebatava o corpo e mente de Gabriel, obrigando-o a avançar na direção da criada. Cedendo aos seus instintos, em velocidade sobre-humana a alcançou e cravou os dentes em seu pescoço, dilacerando-o. A violência com a qual atacou a criaa jamais seria atribuida a um ser humano, e logo sua cabeça era apenas uma massa disforme de carne e sangue.
Após se saciar, o peso de seus atos veio à mente de Gabriel.
- O..... O que eu fiz? Eu.... A matei! Eu matei esta pobre senhora!
- Não, meu jovem, você apenas sobreviveu. Ela era o meio. Humanos matam animais e os comem para sobreviverem. Nosferatus matam humanos e bebem seu sangue para sobreviverem. Esta é a lei da vida, príncipe Gabriel! Venha comigo, ensinarei-lhe tudo que precisas saber......
XxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXx
Durante décadas, Gabriel seguiu Tobiah aprendendo os hábitos e costumes vampirescos, maneiras de gozar de seus poderes, dentre outros.
Durante décadas, Tobiah dedicou-se apenas a ensinar ao pequeno príncipe tudo que sabia, todo o conhecimento que possuia, toda a vivência que tinha.
Porém, tudo é passageiro nessa vida, e chegou o dia em que tiveram de se separar. Gabriel assumiu o sobrenome de seu tutor, e enquanto viajavam juntos, o príncipe revelou-lhe algo que desejava.
- Mestre, eu decidi o que quero fazer. Quero viajar por esse mundo, enfrentando nossos inimigos lobisomens! A vida eterna não tem tantos atrativos quando é ameaçada por tal espécie deselegante e desprezível. Prometo a você que eliminarei a todos e lhe entregarei a cabeça do último dos lobisomens!
Decidi também criar vampiros para me auxiliarem. Darei a vida eterna a outras criaturas e farei-as companheiras e companheiros nessas batalhas contra a desprezível espécie dos licantropos!
- Sabeis que acho por demais deselegante este estilo de vida, mas se fascina-o agir assim, não o impedirei. Apenas não morra meu garoto, meu "filho" mais habilidoso!
XxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXx
Tobiah McSammet adequou-se a modernidade e mudou seu nome para Tobias Sammet. Porém, decidi por manter meu nome de Gabriel McSammet!
Desde aquela época até hoje, tenho vampirizado criaturas e enfrentado os abomináveis licantropos. Um dia, estarei livre dessas pragas, e poderei passar a planos maiores.........
Soube que meu pai, Luis XIV, morreu em 1715. Tolo homem fraco. Se um rei é o Estado, um nosferatu....... É o mundo!
Estatística
| Total das preciosidades: | 181.184,09 Litros de sangue |
| Vítimas mordidas (link): | 33 |
| Combates: | 340 |
| Vencidos: | 205 |
| Derrotas: | 134 |
| Empates | 1 |
| Ouro ganho: | ~ 7.000,00 ![]() |
| Ouro perdido: | ~ 16.000,00 ![]() |
| Pontos certeiros aplicados: | 22224.69 |
| Pontos certeiros sofridos: | 28372.91 |
As propriedades de Gabriel McSammet:
| Nível da personagem: | Nível 32 |
| Força: | ![]() (68) |
| Defesa: | ![]() (64) |
| Agilidade: | ![]() (58) |
| Resistência: | ![]() (60) |
| Habilidade: | ![]() (54) |
| Experiência: | ![]() (4913|5120) |
As estatísticas da pagina ancestral Gabriel McSammet
| Desafios tentados: | 16 |
| Desafios bem sucedidos: | 6 |
| Desafios falhados: | 10 |
O guarda de Gabriel McSammet
| Género de guarda: | Cão de Caça Flamejante |
| Nome do guarda: | Cão de Caça Flamejante |
| Ataque: | ![]() (38) |
| Defesa: | ![]() (34) |
| Resistência: | ![]() (33) |
Dados do perfil
| Sexo: | masculino |
| Idade: | 15-20 Ano |
| Localidade: | França |
| Número ICQ: | --- |
| MSN Messenger: | --- |
| Yahoo Messenger: | --- |
| Nome AIM: | --- |
| Jabber ID | --- |
| Skype ID | --- |
Arena
Gabriel McSammet ainda não atingiu um ranking especial na arena.
Gabriel McSammet criou até agora 11 Vampiros:
| Irvine Kinneas | Nível 31 | Preciosidades 164728.72 Litros de sangue |
| Nebiros | Nível 19 | Preciosidades 51571.72 Litros de sangue |
| Anne Bloodlust | Nível 17 | Preciosidades 48461.89 Litros de sangue |
| Mivariel | Nível 17 | Preciosidades 46024.01 Litros de sangue |
| Amy Kravskaken | Nível 8 | Preciosidades 9280.1 Litros de sangue |
| Siegfried Sigmund | Nível 7 | Preciosidades 8611.4 Litros de sangue |
| Aleksandra | Nível 6 | Preciosidades 5783.36 Litros de sangue |
| Hirai-kun | Nível 7 | Preciosidades 5518.22 Litros de sangue |
| Evangeline Lancaster | Nível 7 | Preciosidades 4617.4 Litros de sangue |
| Judith Lancaster | Nível 1 | Preciosidades 15.25 Litros de sangue |
| Pietro Cima | Nível 1 | Preciosidades 0 Litros de sangue |


(68)
(4913|5120)